O Museu Carlos Ritter está em novo endereço!
Venha visitar!



Bem Vindos ao Museu Carlos Ritter!

Um pouco de nossa história...

 

O Museu de Ciências Naturais Carlos Ritter tem suas origens em coleções particulares de Carlos Ritter, um naturalista autodidata que viveu no período de 1851 à 1926. Outro importante naturalista que contribuiu muito para a construção do atual acervo foi Prof. Ceslau Maria Biezanko (1895-1985), polonês, pesquisador, professor da Escola de Biologia e Veterinária Eliseu Maciel e entomólogo internacionalmente conhecido. Sua coleção, bem como seus inúmeros periódicos publicados, são referência obrigatória para os entomólogos atuais. A coleção do Prof. Ceslau Maria Biezanko encontra-se tombada como um dos pontos mais importantes do acervo de invertebrados do Museu Carlos Ritter.

O Museu de Ciências Naturais Carlos Ritter foi aberto ao público em 1970. Com a morte de Biezanko em 1985, a sua coleção foi doada por sua esposa ao Museu Carlos Ritter. Antes de 1988, o Museu possuía seu acervo depositado no local onde atualmente encontra-se instalada a Biblioteca da Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel (FAEM). Em setembro de 1988, suas instalações foram inauguradas no centro da cidade de Pelotas, à Rua Marechal Deodoro da Fonseca.

Em 2010 o MCNCR mudou para um novo espaço, mais amplo, e que possui um auditório para recepcionar os visitantes e servir de apoio em palestras e eventos.

O acervo do Museu possui cerca de seis mil espécies e a coleção de insetos é uma das maiores do Brasil com 4500 espécies, que pertenceram ao Prof. Biezanko. Já o acervo osteológico (de esqueletos) foi produzido pelo professor José Eduardo Dornelles.

As aves foram taxidermizadas por Carlos Ritter e pertenciam ao seu acervo particular. A técnica de taxidermização (empalhamento) preserva a forma, pele e tamanho dos animais e é conhecida como taxidermia. O Museu é um dos maiores do Brasil nesta categoria pelo número de espécies e pela qualidade do acervo. Hoje, as técnicas de taxidermização evoluíram, porém as técnicas utilizadas por Carlos Ritter foram muito boas, resultando em um trabalho excepcional.

Os quadros entomológicos criados por Ritter ganham destaque no museu: são três mosaicos formados por centenas de insetos que, harmonicamente distribuídos, formam o desenho de fachadas de prédios históricos de Pelotas e de brasões.

Além das aves, o Museu também possui a coleção de mamíferos, répteis, peixes, esqueletos, fósseis e insetos que ainda estão sendo organizados no novo ambiente para a visitação do público.

O MCNCR tem participado de inúmeros eventos, colocando-se, deste modo, a serviço da comunidade local, atingindo um público aproximado de 20.000 pessoas/ano, atendendo aproximadamente 100 escolas municipais em visitações. Atualmente, encontra-se inserido dentro do Instituto de Biologia da Universidade Federal de Pelotas, com status de departamento.

 

O Museu funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, sem fechar ao meio-dia.


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